E o que nos é dado dizer sobre a beleza? Primeiro, que a beleza é uma certeza – não duvidamos que uma coisa é bela –, uma coisa que sabemos. Mas a beleza que “está para nós” não está para os outros; beleza não é, não costuma ser consenso. E a beleza já foi tantas, já que tantos existiram: a beleza-das-cavernas, a abominável beleza-das-neves, a beleza egípcia, a helena, a calipígia. Beleza não é lugar comum, é denominador comum; beleza é o que se compreende, é o que torna muitos apenas e somente um.

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