A Occientia pula, salta de galho em bugalho, faz regulho, atabalho, restolho — aceita ser mais por menos, porque sabe que a vida é assim. Mas a Occidenia  também encontra abrigo, acolhida, agouro : encontra o casco e o couro de outros mouros : a frente, o front, o solar e o jardim. Há quem a veja com seus bons olhos, que perceba sua parcela no butim do imorredouro, o ouro que enrubesce nel mezzo del camin. Esses ficam aqui, esses ficam assim, refletem o que nos é diverso, nos fazem encontrar  nosso fim – e mais um pouquim: