…é aqui que tudo recomeça, que tudo vociluciferra incessanteerrantemente, o rádio, o pulso, o curso, o verso. é aqui que tudo se enconcentra, depurpura, expurga as marcas mais rubras que o fim do dia sempre tem: o vórtice, o códice, o cânone. é aqui que tudo se torna impune, que tudo se torna imune, que tudo se torna instante: aqui tudo já não é mais errante: há céu, há terra, há mar e sextante. horizontes, vento e velame: aqui há sopro, centelha, brilhame. nada a mais, nada a menos: aqui tudo é o mais puro e deslavado ditame.

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